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sábado, 25 de abril de 2026

Espantosa Falta de Surpresa


 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

DO INSTAGRAM: Com o que o leitor de HQ deveria se preocupar?




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sábado, 7 de dezembro de 2024

Na fila de uma convenção pop


 

terça-feira, 8 de junho de 2021

CAMPANHA: Vozes

 Eis um projeto em que estou participando.


COMEÇOU!

VOZES, o novo quadrinho do Dínamo Estúdio, já está em financiamento coletivo no Catarse pelo link: 

https://www.catarse.me/vozes_hq

.Com a capa feita pelo artista do Dínamo Estúdio Matias Streb, VOZES conta com a participação de mais 12 artistas  do estúdio (incluindo ao criador dos Debiloid's, Rogério DeSouzadivididos em 11 histórias que trabalham o terror, aventura, fantasia e ficção científica de diferentes formas.

.

NÃO DEIXEM DE APOIAR!


segunda-feira, 16 de julho de 2018

Para Steve Ditko e um ARGCast...

Mais um mestre se vai...

Fora esta minha humilde e pouco tardia homenagem, participo de um ARGCast especial deste artista que preferiu a sua pacata reclusão, mas sempre trabalhando.


Neste podcast acompanho Daniel HDR, Gustavo Brauner, Luis Garavello, Julio Cruz e Marcio Cabreira relembram a história de Ditko.

Dos personagens criados pelo autor (Dr. Estranho, Questão, Shade, Besouro Azul, Rastejante, Capitão Átomo), a polêmica envolvendo a criação de Homem-Aranha, seu projeto autoral MISTER A, e as circunstâncias envolvendo sua morte.

Uma singela homenagem a este autor que trabalhou até o fim de sua vida.

Ouçam




segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Centenário do rei





Hoje este prolixo artista faria cem anos. Mas qual a sua importância no mundo dos quadrinhos? Basta ouvir os nomes “Vingadores”, “Quarteto Fantástico”, "Darkseid" e outros por aí para ver porque ele é chamado de Rei por muitos do meio dos quadrinhos. 
Vida longa ao Rei Kirby!

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Darwyn Cooke (1962-2016)


Tivemos muitas perdas neste ano aos quais não tive o devido tempo e palavras para citar aqui e com certo lamento registro a perda de um grande artista: Darwyn Cooke, quadrinista, cartonista e animador. Oriundo do Canadá, com seu estilo incomparável de arte, nos deixou no último dia 14/05 em decorrência de um câncer.
Autor de obras como "Catwoman", "Nova Fronteira", The Spirit e Before Watchmen. Recentemente, colaborou com projeto "Future Quest" com personagens da Hanna-Barbera.
Bom, chega de falatório e vamos apreciar a arte deste artista vai deixar muitas saudades.









sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Supergang Especial 2

Chegou mais uma revista com os heróis mais... Qualquer coisa que vocês imaginem, em novas aventuras.
Em Supergang especial 2, o herói Volltron tem que solucionar um intrigante caso em que monstros esquisitos cometem vários tipos de crimes comuns desde assaltos até tráfico de drogas. E terá que conciliar isso com sua vida amorosa, coisa que nem seus poderes podem resolver.

E ainda; Uma história com Scorpion man

Adquira já! 


Capa: colorida

     Miolo: P&B (e alguns tons de cinza bizarros!)

   Impressão xerográfica

                                                          
     28 páginas

     Valor: R$ 6,00

         Contato: debiloidszine@gmail.com


Preview








quinta-feira, 4 de junho de 2015

Problemas da criação #28



O fim das heroínas sexy nas HQs (?)
Por Rogério DeSouza


  Nos quadrinhos de super-heróis a indústria carecia muito do público feminino que mesmo que tivessem muitas heroínas, elas não se sentiam representadas neste seguimento.

  Parte da culpa se deve a visão machista do meio corporativista, muitas vezes eram retratadas como donzelas a serem salvas ou mero objetos de sedução.
   Com o tempo, os quadrinhos vem atingindo as demais mídias e como conseqüência houve um aumento de público atingindo também o público feminino.


    A soma das leitoras de quadrinhos ao universo super-heróico é muito bem vinda, caracterizando uma diversidade maior de leitores em um mundo considerado masculino.

    No entanto, tal condição requer mudanças.


    Para as leitoras se sentirem representadas nas histórias de super heroínas as personagens tem que ter as condições físicas e sociais condizentes a seu público tirando muitos estereótipos, inclusive o que se refere à vestimenta das supra- citadas.

     Ou seja, nada de maiôs com desenhos impossíveis, decote ousado, roupa extremamente colada ao corpo ou qualquer tipo de vestimenta considerada vulgar. As heroínas podem ter corpo sensual, mas isto em hipótese alguma deve ser demonstrado explicitamente no gibi, principalmente na capa.


      Estas são condições necessárias para que nossas amigas leitoras e artistas não se sintam ofendidas e desprezadas nas histórias de super-heróis.

       Em minha opinião, elas estão certas.
       Se sentem ofendidas com a posição imprópria de uma personagem fictícia, tem que reclamar mesmo. Afinal, nós homens nos sentiríamos ofendidos se tivesse uma capa com o Superman sem camisa ou Homem-Aranha ou Conan... Opa! De qualquer forma defendo a posição delas, desculpem se pareci leviano.

       MAS... Isto não soa um pouco repreensivo demais? Será que o público masculino não tem o direito de ver sua heroína favorita sensual? Será que o artista não pode expor a beleza do corpo de uma mulher em seus traços?

        E se fizessem histórias de heróis homens desenhados de maneira sensual para o público feminino? Elas estariam mais condescendentes a visão masculina já que por muito tempo muitos heróis usam colantes e alguns apenas uma sunga?    


       Embora eu ache que as leitoras tenham o direito de reclamar, não acho certo denegrirem a artistas por retratar personagens sexys nas revistas em quadrinhos causando mudanças em sua maioria desnecessárias nas capas de algumas revistas. Parece que há um excesso de protecionismo que está tornando esse direito legítimo numa coisa maçante e qualquer contra argumento taxaria o mesmo de machista.

       
E o pior que há machistas que criticam o espaço que as heroínas vem ganhando, isto eu posso achar um verdadeiro absurdo.

       Se for este o caso, proponho algo radical:

       Uma total separação dos gêneros. Ou seja, gibis feitos para meninas e gibis feitos para meninos, como fazem no Japão. Se houver heroínas sensualizadas coloque na capa “sob contexto sexual fictício, voltado para o público masculino” e pronto. 

        Ou algo muito mais radical.
  
         Proibindo qualquer heroína de ser apresentada forma vulgarizada e desproporcionalmente inadequada ao normal físico feminino.
         Ou seja, nada de personagens como a Poderosa mostrando decote ousado, nada de Red Sonja ou Shanna usando biquínis, as personagens tem que usar armaduras e forma física moderada, adolescentes tem que parecer adolescentes e nada de seios e quadris desproporcionais.



     Acha um exagero isto? Realmente. Mas a situação esta caminhando para um cenário semelhante.

     Antes de qualquer coisa, sempre defendi que super-heroínas tenham maior destaque nas histórias, sensuais ou não. Que sejam líderes de grupo, que lutem pau a pau contra todos os tipos de inimigos e que salvem o universo sozinhas. Elas têm que ter seu espaço e as leitoras tem que aproveitar.



    É meus amigos homens. Acabou. Não iremos mais ver as heroínas como a víamos antes. Se quisermos que o mercado de quadrinhos abra espaço para leitoras, temos que abrir mãos das Vampirellas e Nielles da vida.


     Se tiverem saudades dos bons tempos, guardem suas revistas antigas ou peçam para um artista fazer uma arte comissionada de sua heroína favorita.

     Você, assim como eu, pode até achar que o mundo esta ficando cada vez mais chato.

     Mas elas estão certas.  

   
      

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Na minha cronologia pessoal...

Não existem quase nada do que for citado neste podcast em que participei.


Apenas um papo descontraído com Daniel HDRIvo Kleber (MDM), Evandro Loko(Superamiches), Erick Vinícius (Aracnofã) e Cassiano Pinheiro (Abacaxi Voador) falando de um mundo perfeito sem clones aranhas, Tartarugas ciborgues, viagens lisérgicas de roteiristas e tudo que queremos esquecer.
Ouçam!